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Por todos os lados

12 fev

Sentar e ouvir o barulho da chuva caindo levemente nas folhas como se fosse uma canção.

Levantar, tomar café à mesa que está em frente à janela e ser surpreendida pela visita de um passarinho que, rapidamente, come o farelo do pão e volta para o seu vôo.

Colher acerola no pé, ficar toda arranhada por causa dos seus finos galhos e ainda ficar com dúvida de qual é a mais vermelha.

Estar entre as árvores, encontrar com um lagarto e não ter medo. Ele fugiu. Só queria um pouco d’água.

Subir a montanha sob sol escaldante, mas esquecer do suor escorrendo na pele porque as flores no caminho chamavam toda a atenção para elas.

Ouvir histórias antigas, rever lugares passados, reencontrar velhos amigos.

Ser surpreendida pela devastação, e ser mais surpreendida ainda por uma árvore com suas flores amarelas em meio à devastação.

Ter tempo para nadar, para brincar com os pequenos, de fazer algo pelo outro, de andar de bicicleta e de descobrir uma nova rota.

Ah, o Amor. Ele está por todos os lados.

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Publicado por em 12/02/2011 em Uncategorized

 

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